sábado, 7 de maio de 2011

Pirilampo Mágico: Campanha 2011 arranca hoje, com Pirilampo cor prata

Todos os anos, no mês de Maio, o Pirilampo Mágico sai para a rua com uma mensagem clara de solidariedade. Em 2011 comemoram-se 25 anos “mágicos” e a campanha começa hoje, dia 7, para se prolongar até 29, com um Pirilampo cor prata.
A campanha do Pirilampo Mágico 2011 arranca hoje, dia 7, com a venda do pirilampo em vários locais.
Em 2011, o Pirilampo é de cor “prata” e a campanha, da responsabilidade da FENACERCI-Federação Nacional de Cooperativas de Solidariedade Social, assinala 25 anos “mágicos”.
Em 2011, o tema da campanha do Pirilampo Mágico foi escrito e interpretado pela conhecida voz do fado Carminho. Aquela música conta ainda com a participação especial de Ney Matogrosso e Pedro Jóia é o responsável pelo arranjo musical e produção.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

IV Colóquio: "Sujeito de Direitos... e Deveres - 20 de Maio


É uma entidade de natureza privada, de carácter particular, sem fins lucrativos e que tem sede no Hospital de Faro.

Objectivos:
- Organizar e apoiar todas as iniciativas conducentes a uma melhoria dos cuidados de saúde e bem estar do doente de Pediatria.
- Colaborar activamente na área social do hospital, em parti-cular no acolhimento, internamento, serviço ambulatório e assistência domiciliária ao doente de Pediatria.
- Promover e apoiar as iniciativas culturais e recreativas da comunidade que se destinem a beneficiar o Serviço de Pediatria do Hospital e os seus utentes.
- Promover o intercâmbio de conhecimentos técnicos e cien-tíficos entre os seus associados e outras pessoas interessa das pela saúde infantil.
- Contribuir para o desenvolvimento da educação e ensino em saúde infantil.
- Promover congressos, conferências, colóquios.

Para mais informações:
Serviço de Pediatria
Rua Leão Penedo
8000 - 386 Faro
Telefone: 289 001 922
Fax 289 001 924

O mito do QI

Novo estudo defende que uma pontuação alta num teste de QI exige inteligência e motivação, enquanto um resultado baixo pode indicar apenas a falta de um dos dois.                             2011-05-04
Os testes de inteligência sempre foram considerados bons indicadores para avaliar o êxito que uma pessoa terá na vida académica e profissional. Nos Estados Unidos, uma equipa de psicólogos pôs em causa esta relação, afirmando que o "factor motivação" também deve ser considerado na hora de medir o QI de um indivíduo.
O mito do QI
Em 1904, psicólogos franceses começaram a utilizar o teste de QI como instrumento clínico, seguindo um procedimento padronizado, para auxiliar as escolas gaulesas, que precisavam de diagnosticar deficiências mentais de forma rápida e eficiente.
Os especialistas sempre defenderam a eficácia dos testes, afirmando que os resultados obtidos são bons indicadores do sucesso que uma pessoa pode atingir na vida académica e profissional, mas recebiam muitas críticas devido aos métodos aplicados, que se limitavam a medir a inteligência, esquecendo outros factores importantes.
Foi o que demonstrou uma equipa de psicólogos da Universidade da Pensilvânia, em Filadélfia, EUA, que concluiu que o "factor motivação" tem grande importância quando um teste de inteligência é realizado num indivíduo.
O novo estudo, publicado na revista científica PNAS, defende que uma pontuação alta num teste de QI exige inteligência e motivação, enquanto que um resultado baixo pode indicar a falta de apenas um dos dois.
A pesquisa analisou mais de duas mil pessoas e procurou perceber como os incentivos afectam o desempenho nesses testes. O estudo concluiu que os incentivos melhoraram todos os resultados, principalmente daqueles que obtiveram pontuações mais baixas.
Numa outra fase da investigação, os psicólogos testaram a forma como a motivação influenciou o resultado desses testes e as previsões de inteligência e desempenho no futuro. Para isso, utilizaram dados de uma pesquisa que acompanhou 250 indivíduos da adolescência ao início da vida adulta. Os psicólogos concluíram que algumas pessoas se esforçam mais do que outras nas situações em que os incentivos são mais baixos.
James Thompson, psicólogo da Universidade de Londres, disse que já tinha conhecimento de que as pontuações altas nesses testes de QI eram reflexo da habilidade nata e de outras variáveis.
"A vida é um teste de inteligência e de personalidade", disse Thompson, acrescentando que o resultado de um teste de QI contém elementos de motivação e inteligência, mas principalmente do último.

Fonte: JNotícias

Violência Doméstica / Namoro

Acção de Sensibilização

9 de Maio de 2011 - 21h
Auditório da Escola Secundária Dr. Jorge Augusto Correia de Tavira
Com:
Dr. João Redondo
(Médico Psiquiatra do Serviço de Violência Familiar do Hospital Sobral Cid, Coimbra)

Grupo Violência ao Longo do Ciclo de Vida da ARS Algarve, I.P.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Marcha Solidária - 8 Maio - APPDA

Mais informações em: www.appda-algarve.pt/.

Um dia especial numa sala especial

Ontem foi o dia do meu aniversário e foi com muito gosto que o partilhei com os meus alunos (inclusive um deles também fazia anos)... Parabéns N...

Queria que ficasse registado que foi um momento especial... numa sala especial... 

OBRIGADO A TODOS PELO CARINHO... 
VOCÊS SÃO MUITO ESPECIAIS PARA MIM...

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Crise...



Estou cansada de ouvir falar numa crise que só existe para um nicho da população.
Quem sabe o que é a crise... Que crise? E porquê? Porque talvez deixemos de ter dinheiro para coisas supérfluas, bens materiais, grandes carros, dias passados nos shippings, jantaradas...!! Pode ser que seja esta a forma das pessoas voltarem a viver num ambiente de confraternização, que as famílias se unam perante as dificuldades, que se deixe de ostentar, não querendo ter sempre mais do que o vizinho do lado mas sim saber se o vizinho precisa de ajuda... 

Toda a gente pensa em dinheiro, aliás SÓ pensa em dinheiro! Sim, eu sei que é fundamental mas não precisamos de viver obcecados por ele, pois NÃO?! O dinheiro provoca a crise (ou a falta dele
!), destrói lares e países porque provoca a ganância e principalmente a ignorância. E toda a vida vivemos envolvidos na máxima: TER DINHEIRO É TER PODER! Esta é a verdadeira crise de ideias, amor e carinho.
Claro que dou valor aquilo que conquistei até hoje e não gostava de o perder, porque não quero e não gostava de perder o que ganhei até agora, principalmente porque tenho a minha liberdade, a minha casa, as minhas viagens... mas, o que não quero mesmo é passar fome, não quero deixar de ter saúde e quero ver aqueles de quem gosto saudáveis e com valores a transmitir... que se lixe a "crise".
Li um dia que Portugal pode ser comparado a uma empresa que dá prejuízo há seis anos e que mesmo assim continua com a mesma "direcção"... Porquê que ninguém fez nada?? O Poder manipula as pessoas... deixa-as cegas.
Portugal será um PAÍS quando deixar de querer ser uma cópia de outros países... quando seguir o seu próprio instinto... o resto já todos sabemos, enquanto não houver sabedoria aliada a bom senso não teremos um país exemplar.
A Crise... falemos com os nossos avós, bisavós e eles que nos digam o que foi a verdadeira crise.
Isto foi só um desabafo de quem está farta de ouvir mentiras e absurdos vindos das bocas daqueles a que se chamam "políticos"... e entram pelas nossas televisões todos os dias... e a toda a hora!
Publicado também em A viagem começa aqui...

Número de jovens a pedir apoio psicológico está a aumentar

Dificuldades económicas e pressão para o sucesso são algumas das causas

2011-04-26
Raparigas tendem a pedir mais ajuda.
Raparigas tendem a pedir mais ajuda.
Estudos revelam que um em cada cinco adolescentes sofre de depressão. Alertar os jovens e o público em geral para a realidade desta doença e dar a conhecer os mecanismos de apoio existentes são os pontos centrais do colóquio «Depressão nos Jovens», a realizar-se no Museu da Ciência da Universidade de Coimbra (UC), depois de amanhã, às 14h. A entrada é livre.

A psicóloga Ana Melo, do Gabinete de Aconselhamento Psico-Pedagógico dos Serviços de Acção Social da Universidade de Coimbra (SASUC) e oradora do colóquio, revela que, “do número total de pedidos de consulta que são solicitados ao Gabinete, 27 por cento dos jovens apresentam critérios clínicos para a depressão”.
Uma difícil adaptação ao ambiente universitário em jovens do primeiro ano, causada pela quebra de laços familiares e dificuldades em estabelecer um novo grupo de amigos, pode conduzir a reacções depressivas. Ana Melo ressalta, ainda, que dificuldades económicas crescentes e a pressão para o sucesso são também factores que estão a contribuir para o aumento do número de jovens a pedir apoio psicológico.

De acordo com Manuel João Quartilho, professor na Faculdade de Medicina da UC e também orador do colóquio «Depressão nos Jovens», os indícios desta doença são vários: alteração do humor, tristeza prolongada, diminuição do interesse ou prazer nas actividades comuns, irritabilidade e impaciência, diminuição da auto-estima, sentimentos de culpa e inutilidade e, mesmo, de ideação suicida. Em caso de sintomas, pedir ajuda é o passo a tomar.

Segundo Manuel Quartilho, “por norma, os jovens com depressão tendem a pedir ajuda, nomeadamente no âmbito das suas relações familiares ou sociais” e acrescenta que “as raparigas fazem-no mais frequentemente que os rapazes”.

O colóquio conta, ainda, com a presença de Luís Providência, Vereador do Desporto, Juventude e Lazer da Câmara Municipal de Coimbra, Filipa Craveiro, da Linha SOS Estudante da Associação Académica de Coimbra (AAC), e a Associação de Apoio aos Doentes Depressivos e Bipolares (ADEB).

«Depressão nos Jovens» é uma iniciativa conjunta do Museu da Ciência e do Gabinete de Apoio a Necessidades Educativas Especiais da UC e insere-se no ciclo de debates “Homem, Cidade, Ciência”, que tem como objectivo discutir diversos aspectos da vida nas cidades contemporâneas, estimulando o diálogo entre a comunidade científica, a sociedade civil e as autoridades locais, representada nesta sessão pela Câmara Municipal de Coimbra.

Fonte: CiênciaHoje.pt

sábado, 23 de abril de 2011

Governo corta nos apoios aos alunos com deficiências

No próximo ano lectivo os alunos com necessidades especiais vão ter menos apoios nas escolas. As equipas dos Centros de Recursos para a Inclusão (CRI) que acompanham as crianças portadoras de deficiências nos agrupamentos escolares vão ficar reduzidas a um fisioterapeuta, dois terapeutas ocupacionais e da fala e um psicólogo. De foram ficam assistentes sociais, monitores e ainda os técnicos de psicomotricidade que asseguram outras necessidades que os estabelecimentos de ensino poderiam solicitar às instituições privadas (psicoterapia, musicoterapia ou outras terapêuticas que envolvem expressões artísticas). 
São algumas das regras do novo modelo de financiamento para os CRI impostas pelo Ministério da Educação às instituições privadas, mas há outros cortes anunciados que podem comprometer a sobrevivência destes centros criados há três anos quando o governo decidiu retirar estas crianças das instituições e integrá-las nas escolas com os outros alunos. 

As terapias que usam expressões artísticas estão excluídas dos apoios aos alunos
"A tutela não se compromete a pagar os encargos obrigatórios como seguros e consultas de medicina do trabalho, segurança social ou subsídios de refeições e nem sequer definiu critérios para pagar as deslocações dos técnicos às escolas", critica João Dias, dirigente da Federação Portuguesa para a Deficiência Mental - Humanitas. Em causa estão também as indemnizações aos técnicos decorrentes dos contratos a prazo, interrompidos sempre que os projectos educativos são suspensos pelo ministério: "Esses custos passam igualmente a serem suportados pelas instituições."
Tudo isto são despesas que os responsáveis dos CRI garantem não ter condições para suportar, avisa Rogério Cação, da Federação de Cooperativas de Solidariedade Social (Fenacerci), dando o exemplo do CRI que dirige em Peniche: "Com a redução das equipas que prestam apoio às escolas terei de dispensar cinco técnicos. Fazendo uma média de anos de trabalho que deram à casa, que são sete, e de salários que rondam os mil euros, terei de pagar cerca de 40 mil euros a estes funcionários. Tendo em conta que já tenho um défice de seis mil euros do ano anterior, diria que o centro não é governável."
E tal como o centro de Peniche tem de reavaliar as suas condições, os outros 74 centros que prestam actualmente apoio às escolas terão de fazer o mesmo. "Só no final deste mês, após terminar o prazo de candidaturas, é que vamos ver o verdadeiro impacto destes cortes. Será esse o momento para saber quais os centros que vão desistir por incapacidade financeira", alerta o dirigente da Humanitas. 

Isabel Cottinelli Telmo, presidente da Federação Portuguesa de Autismo, não espera pelo fim deste prazo para deixar o aviso: "Se os encargos com a segurança social, subsídios de refeições e outros custos não forem suportados pelo Estado, não temos alternativa senão suspender o apoio, que prestamos a cerca de 120 crianças de escolas na área de Lisboa e Setúbal."

Tão grave quanto os encargos que "deixam de ser da responsabilidade da tutela", é a redução do "leque de profissionais especializados" que já não fazem parte das equipas que prestam apoio a estas crianças, esclarece João Dias. "No caso das instituições federadas na Humanitas, a eliminação das assistentes sociais das suas equipas implica deixar de apoiar as famílias na busca de soluções para os alunos que estão na transição para a vida activa."

O que está em causa - defende Rogério Cação - é uma posição "inequívoca" que a tutela terá de tomar: "O governo tem de clarificar se quer ou não continuar com estas parcerias e não pode pensar que está a fazer um favor a quem presta este tipo de apoios. Os CRI prestam um serviço público e, como tal, todos os seus custos devem ser pagos pelo Estado", remata o dirigente da Fenacerci.

Fonte: ionline

Conferência sobre Autismo





A APPDA-Algarve apresenta uma conferência dirigida a todos os profissionais que trabalham com crianças com Perturbações de Desenvolvimento e do Espectro do Autismo, familiares destas e todos os apaixonados pelo tema.

A Conferência intitulada "Da Detecção à Vida Adulta - Perturbações de Desenvolvimento e Autismo", será realizada no dia 30 de Abril no Auditório do Instituto Português da Juventude (IPJ), em Faro.

As inscrições são limitadas ao número de lugares do auditório, podendo ser realizadas pessoalmente na sede da associação, através de e-mail (info@appda-algarve.pt), fax ou telefone 


            282 431 476     /             964 662 596      .